História de aluno · Implantodontia · Curitiba, PR
Ítalo Santiago e Délanie Lima mudam público do consultório em 12 dias
“Vamos fazer alguma coisa para poder ter resultado diferente, a gente precisa ser pessoas diferentes.”
Transcrição do depoimento
Transcrito automaticamente do vídeo e revisado por amostragem. Pode ter pequenos erros de grafia.
Meu nome é Italo Santiago, eu sou formado há mais ou menos cinco anos. O nome é Délanie Lima, sou cirurgião dentista, formado mais ou menos no mesmo tempo em Santiago. Eu conheci a Ismail através de um curso que o Matheus N foi ministrar lá no Piauí. Naquele dia eu gostei bastante do que foi me apresentado, gostei da proposta da empresa. Teve um tempo depois disso a gente acabou conhecendo N de outras maneiras e estamos aqui em Curitiba.
A gente dependia exclusivamente de pacientes de indicação. Então a gente ficava refém desses pacientes, que eles apareciam, abri aspas do nada, a gente não controlava, a gente não tinha um método para poder captar esses pacientes, era basicamente através da indicação espontânea ainda, a gente nem induziu o paciente a fazer indicação. A gente decidiu mudar no ano passado, iniciar uma nova operação em outra cidade também, hoje em dia a gente tem dois consultórios, a gente decidiu abrir esse outro consultório, foi totalmente diferente desse nosso primeiro, um PFL também totalmente diferente e a gente se vê assim um pouco perdido, né?
Tipo assim, tá, a gente tem que crescer, a gente ataque há cinco anos, a gente tem que avançar, tem que melhorar, a gente não pode ficar dependendo dessas indicações, tá? Vamos fazer alguma coisa para poder ter resultado diferente, para a gente poder ter um resultado diferente, a gente precisa ser pessoas diferentes. O que mais marcou nesses... vou botar um intervalo de 30 dias foi a mudança do meu público dentro do constório.
E aí basicamente chegava um público de pacientes que não eram meu objetivo, porque eles não tinham como acessar meu produto. E aí a gente fez a nossa... nosso mártir, seguiu a... a gente já até fala, fez a tarefa certinho, o resultado veio bem rápido. A gente já tá com outro público no constório, hoje eu consigo falar mais de implante, falar mais de próteses e... E aí eu falava assim, porra, Delon, como é que tu quer fazer uma venda de implante sem estar tendendo três pacientes de horto e depois você vai fazer algo.
Só que a gente sabia qual era o problema, mas a gente não sabia como é que a gente ia resolver isso. A gente só ficava reclamando. Eu falei assim, não, não, não, não atende, não, vamos atender. Vamos fazer aqui assim, que é assado que o dia é tal. E a gente ficar assim, mas aí tem que fechar, que senão a gente não consiga fazer a nossa venda do dia, nosso faturamento do dia. E aí, essa semana passada, o feedback dele, assim, eu estou atendendo, pacientes de implantes. os pacientes sumiram, os pacientes que eram mais jovens, que tinham um lado de curiosidade para poder colocar a parede.
Mas não é o nosso público, nós somos todos um ponto doutista, os meus dois sósos. Acho que uma coisa mutua que a gente tinha, que a gente conversava muito, era que a gente se sentia estagnado num platô, que a gente tinha atingido um platô de crescimento, a gente ficou preso naquele faturamento básico que a gente tinha. O principal sentimento que tinha era de que a gente estava estagnado, A gente tinha atingido um platô e que a gente precisava ser outra pessoa, ser mais, pra gente poder faturar mais, a gente precisava ser mais.
A gente sabia que tinha um problema, mas a gente não tinha meios pra poder destravar, pra poder melhorar. A gente sabia, a gente tem que procurar algo, que se a gente não fizer algo agora, a gente não vai conseguir mudar o resultado futuro. E aí apareceu a Esmaio, né? Eu já tinha tido um encontro presencial com Mateus Cumafang anteriormente. Depois que a gente veio pra cá e a gente começou a aplicar o método, que a gente aprendeu na primeira imersão, a gente já conseguiu ver resultados, a gente já conseguiu ver coisas que vão para além do faturamento, tanto nos pacientes que vão para a nossa clínica como o nosso método de trabalho.
E aí a gente se sente mais leve, sente mais confiante, porque os caras são bons, eles falam a verdade, a gente aplicou aqui o que eles falaram para a gente, o restado não está acontecendo, então a gente confia 100% no processo e a gente está tranquilo em relação a isso. O que muda o principal é que eu tive foi paz, eu tive bastante paz. Quer porque eu tinha uma visão que eu tinha que bater minha meta do dia e eu tenho que virar a quantidade de pacientes, então não importava o meio.
Eu ia lá, eu fazia cirurgia, eu fazia clínico, eu fazia tudo que precisasse ser feito para me bater minha meta. E aí você estressa bastante. A quantidade de pacientes que amenorou, o tick te aumentou, dos pacientes que estão frequentando, vão em busca do nosso produto, tá bem mais tranquilo a questão trabalhista. E mesmo com pouco tempo, né, XI só tem até quanto, os dias úteis que a gente trabalhou foram 12 dias depois daqui da primeira imersão.
Ah, os pacientes já vem, ah, eu já livi, doutor, eu quero fazer com você, ah, você... E tipo, com muito pouco tempo, né, uma cidade pequena de 20 mil habitantes, enfim, a gente tá bem confiante, tá bem esperançoso, a gente veio pra cá, a gente fala até com a faca entre os dentes a poder apegar o máximo de conhecimento possível para você ter resultados diferentes do que você tem e que estão lhe deixando desmotivados, então que estão lhe deixando para baixo nesse momento, o que eu diria é faz, testa, tem, mas tem uma decisão verdadeiramente, sabe, para aplicar.
Fale assim cara, a gente tem uma dificuldade muito grande de implementação, então se você tem desejo de implementar, tem coragem para implementar independentemente dos julgamentos que você faça, eu tenho certeza que você vai ter resultado, não tem como não ter.
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Depoimento publicado com autorização. Resultado de aluno, dito por ele; varia de clínica para clínica e não é promessa.