História de aluno · Cirurgia, traumatologia e implantodontia · de menos 5, menos 10 mil para cerca de 80 mil reais
Dentista sai do SUS, quita dívidas e vai de faturamento negativo a 80 mil por mês
“Estava todo mês com o histórico fechando menos 5, menos 10 mil, prestes a fechar tudo mesmo”
Transcrição do depoimento
Transcrito automaticamente do vídeo e revisado por amostragem. Pode ter pequenos erros de grafia.
Meu nome é Diego Villela, sou especialista em cirurgia, traumatologia e em plantes tentares. Eu comecei porque eu trabalhei durante muito tempo no SUS e quando eu estava lá no SUS eu falei cara estou mudando isso aqui, não muda a vida de ninguém, estou só enxugando o gelo aqui. Eu não estudei para isso aqui, não é o meu sonho, né, aquilo que eu esperei. Então em 2021 eu decidi montar o consultório meu para fazer aquilo que eu sempre quis, que era realmente fazer uma mudança na vida das pessoas.
Só que eu já me formava desde 2007, já tinha uma necessidade de dificuldade com a questão de internet, de captação, de paciente, não sabia como fazer isso. E confei em... Fui procurando algumas empresas, alguns cursos e gastei o que tinha e o que não tinha. Vem de carro, peguei empréstimo, dinheiro emprestado, estava devendo pra todo mundo. Tinha uma filha pequena. depois disso você ter que pedir dinheiro para a família, para a mãe, dinheiro emprestado, que chegou ao aniversário da minha filha, eu não tenho dinheiro para comprar bolo, teve várias sucessões.
E aí, quando foi mais ou menos setembro do ano passado, eu já tinha visto Matheus algumas vezes aparecendo para mim na internet, mas eu olhava assim, mas eu não ouvia nem 10 segundos. Eu falei, po, esse cara de moto, cara de moto velocidade, sei lá, acho que é que trabalha com um negócio de moto, falar de etnologias, porque eu nem sabia o que está falando, tal, de faturamento, tá? Aí um dia, eu falo que é coisa de Deus mesmo, eu já não tinha mais o que fazer, assim, não tinha, não tinha mais o que fazer.
Estava todo mês com o histórico fechando menos 5, menos 10 mil, prestes a fechar tudo mesmo e trabalhar para o outro, voltar quando eu comecei, trabalhar em 7, 8 clínicas e aí eu decidi fazer o gorro branco. E o gorro branco começou com a aula do porquê. porque que eu fazia o que eu fazia e pra mim foi mudar o meu mental. No hora que eu comecei a mudar o meu mental, é... porque que eu queria... porque que eu tava fazendo o que eu tava fazendo?
É... como eu deveria fazer a coisa? Depois me ensinar a maneira correta, a metodologia, eu saí do mês pro outro de menos 5, menos 10 pra 20, e aí foi pra 30, foi pra 40, chegou janeiro que eu tava achando que já me preocupado, E aí a coisa continuou no mesmo ritmo e, mês passado, foi o mês de maior faturamento, que foi cerca de 80 mil reais, pra quem a menos de um ano, tava com menos cinco, menos dez, fechando no vermelho durante dois anos.
Pra mim, assim, eu sei que eu tenho muito que melhorar, muito que começar, eu já poderia estar bem melhor se eu tivesse aplicado tudo desde o início. Mas poder hoje, viver da ontologia, que paciência, assim, sair do meu constório, chorando, de felicidade. Eu nunca tinha vivido isso. receber por aquilo, poder viajar com a minha família, com a minha filha, poder dar um mínimo que é difícil a gente querer dar o melhor pra família e não conseguir.
Mas que a gente é homem, tem esse centro de responsabilidade, né? E principalmente mudar o meu mental. Saber que faturamento é ego, você saber que o importante na vida é muito mais do que quanto só está entrando no constório, você fazer realmente o que ama fazer, porque você está fazendo aquilo ali? Eu vejo muita gente só preocupada com o dinheiro que vai ganhar, faz tudo pelo aquele dinheiro e não é tudo pelo dinheiro.
O que eu aprendi mais aqui, a gente não trabalha para o dinheiro ser dono da gente. A gente faz o dinheiro, mas o dinheiro não faz a gente. É o que mais verde isso querendo a Esmael. O dinheiro não faz a Esmael. A Esmael faz o dinheiro. Mas a gente aqui, fala gente, parece que eu sou da diretoria, mas o dinheiro não faz a cabeça de ninguém aqui. Eu vejo realmente que pessoas têm um intuito de mudar a vida de outras porque a missão do Matheus eu vejo que é muito maior de toda a equipe.
Tá lá, e do Lunguinho, do Guilherme. Eu acho que eles ainda não têm a noção de quanto eles impactam a vida pessoal de pessoas que eles nem conhecem. Eles não têm ideia que é minha mãe, por exemplo, e não têm a noção da felicidade que pelo trabalho deles consegue chegar na minha mãe. Então, eu só tenho a agradecer do fundo do coração. E eu só saio das mares e não expulsar, cara. Se não expulsar, eu vou ficar aqui até eu tiver velho.
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Depoimento publicado com autorização. Resultado de aluno, dito por ele; varia de clínica para clínica e não é promessa.