Smile UniversityFalar com a Smile

História de aluno · Curitiba/PR

Débora rompe sociedade com a mãe e recomeça após entender que faltava vendas, não gestão

Débora5:40 de vídeoPublicado em 06 de setembro de 2026
Débora abriu clínica com a mãe em Curitiba sem saber atrair pacientes. Depois de anos penando e cursos aleatórios, quase desistiu da odontologia. Entrou no Clube 360/MBA, escolheu gestão por ego, viu faturamento cair, voltou "com humildade" e percebeu que o que faltava era aprender vendas dentro do próprio nicho odontológico.
“Eu não sabia trazer paciente, eu não sabia fazer esse paciente comprar de mim.”

#sair do zero#sociedade com a mãe#vendas#gestão#orçamento

Transcrição do depoimento

Transcrito automaticamente do vídeo e revisado por amostragem. Pode ter pequenos erros de grafia.

Eu sou Débora e eu sou daqui de Curitiba mesmo e na verdade, sem muitos rodeios e flores, a odontologia ela veio especificamente por conta de um piano numa sala gigantesca de uma dentista que era auxiliar. Na minha cabeça quem era dentista tinha um piano e uma casa gigantesca. Ponto! Era o único exclusivamente que eu queria fazer dinheiro. Eu fui para a faculdade, era uma uma loucura, era tudo muito difícil, faculdade de dia todo, morava muito longe.

E aí, o meu pai na verdade queria que eu tivesse feito o design, e aí eu passei em design e duas semanas depois eu passei em El Donto e falei, então pai, eu vou precisar do piano, eu vou precisar do dinheiro, então né, meu pai é design e aí eu falei assim, no caso ela aparecia até um pouquinho mais de dinheiro, eu vou pra lá. E aí cancelamos toda a matrícula do design e fui pra El Donto e começou toda a minha jornada na El Donto e na faculdade foi foi muito difícil até eu decidir o que de fato eu queria até que eu decidir por pediatria.

Não faço ideia por que porque hoje não é minha área, definitivamente eu não serviria pra pediatria, mas depois da faculdade, saí, fui trabalhar em franquia, aí a realidade começa a aparecer de uma forma caraca, é muito difícil ganhar dinheiro na adulto, até que eu decidi abrir minha clínica com minha mãe. Minha mãe na época tinha perdido emprego e disse, cara, preciso fazer alguma coisa E aí juntas decidimos. Então beleza, vamos abrir uma clínica.

Só que a hora que a gente abre a clínica, cara, e aí? O que a gente faz? A gente senta e espera, a gente faz o quê? Na rede social, a gente não... Nem sei se tinha Instagram na época já. Se tinha, era uma coisa que não se usava como agora. Então a gente não sabia nem como trazer paciente. E o que tinha que fazer para trazer paciente? Então por meses e talvez por mais de ano a gente sentou do sofá da clínica na recepção e ficava se olhando e pensando, meu Deus, o que a gente fez?

Eu já tenho uma clínica há oito anos e depois de muito tempo, penando e tentando e fazendo milhões de cursos e buscando o que que eu queria, chegou um momento em que eu decidi cara nem quero, mas eu não. Eu acho que não é isso porque lá atrás a ideia inicial era ganhar dinheiro. E aí depois de tanto tempo eu não ganhava dinheiro. Eu disse cara, eu estou fazendo alguma coisa muito errada. Então não quero mais ao donto e vou desistir de tudo.

E eu coloquei isso na cabeça da minha mãe. E nós rompemos a sociedade há pouquíssimo tempo inclusive. Só que quando eu decido, eu digo, não, beleza, vou desistir, agora vou vender a clínica. Aí eu paro e penso, meu Deus, mas eu sou sem fazer o donto. E é o donto, tipo, no meio do caminho eu amei aquilo. Apesar de o começo ser dinheiro, depois eu fui amando o donto. E eu penso assim, eu sei fazer isso, eu sei fazer muito bem feito.

Então eu só preciso saber como chegar lá. Eu sei exatamente onde eu quero chegar. Eu ainda tenho a ideia do piano, eu ainda tenho a ideia daquela casa. E aí no meio do caminho eu casei e tive outras ideias maiores ainda, só que eu ainda tenho a ideia do piano e o piano sempre está aqui na minha cabeça, então eu sei onde quero chegar, agora só estou buscando os meios para chegar até lá. Então, quando eu entro, eu preciso entender como é que faz isso acontecer.

E aí, no Clube 360, tinha toda a aula que o Guilherme também ensinava, como é que fazia os anúncios e tal. E cara, eu sou a última pessoa, que eu não consigo ligar um computador. E aí era tudo assim muito novo, muito complexo, mas eu tava assim ó, super focada naquilo e beleza, vamos fazer acontecer e vai rolar Até que o Clube 360 vira o MBA. E nós tínhamos dois caminhos, a gente é o MBA de gestão e o MBA de ventas Nesse caminho, o ego do dentista, que o Matheus tanto fala, ele fala muito mais alto e eu fui pra onde?

Progestão Não, pro gestão? Eu sou gestora, eu tenho clínica há oito anos, pois então? Não Não. Por mais que a gestão seja muito importante, o que eu não sabia? Eu não sabia trazer paciente. Eu não sabia fazer esse paciente comprar de mim. Então eu deveria ter ido para onde? Para vendas. Então eu fui pelo caminho errado e aí nesse caminho errado eu disse, cara, não é isso, não estou me conectando, não estou conseguindo aproveitar esse MBA e não era aquilo que eu estava procurando.

E eu parei nesse momento. Depois que eu paro, é óbvio que o meu faturamento caiu mais ainda. É óbvio que tudo começou a dar muito mais ruim do que já estava. E aí, agora eu volto numa outra perspectiva com as sandalinhas da humildade, como meu marido diz. E aí, dentro dessas sandalinhas da humildade, eu volto pra cadeira e prestando atenção, tentando entender como faz e o que eu devo fazer. Então, é como se fosse um recomeço do recomeço, é tipo, sabe?

É um compilado de muitas frases, muitos conhecimentos e muitas expectativas também. Porque quando eu sento ali, eu percebo que isso... Eu já fiz um monte de curso aleatório de todos os tipos de pessoas possíveis e imagináveis. E aí, quando eu sento ali, eu começo a rever coisas que muitas vezes eu já tive e eu penso assim, cara, por que eu nunca coloquei isso em prática? E aí, eu até conversei isso em casa e eu digo, talvez eu não coloquei isso em prática, porque eu nunca tinha ouvido um dentista falar sobre isso.

E aí parece que é muito mais difícil. Então, quando eu trago isso para o meu nicho, para a minha realidade, colocando a palavra avaliação, colocando a palavra paciente, parece que tudo floreia, assim, tudo fica um pouco mais fácil, volta pro meu mundo. E aí eu saio daqueles coaches e daquelas palestras de vendas que são muito legais, mas que não estavam exatamente pra dentro do meu nicho. E era mais ou menos isso que eu precisava, eu precisava desse abraço dos meus colegas, sabe?

E aí fica um pouco mais claro, fica um pouco mais fácil de entender, inclusive. Estuda, minha filha, e faz alguma coisa, porque fica sentada aí, e olhando para as paredes e chorando esperando alguém chegar, não vai chegar.

Histórias parecidas

Quer que a gente olhe a sua clínica?

Trinta minutos pelo WhatsApp com alguém do time da Smile. Você sai com a régua da sua clínica: quantos contatos, avaliações e fechamentos o mês pede.

Quero que olhem a minha clínica

Depoimento publicado com autorização. Resultado de aluno, dito por ele; varia de clínica para clínica e não é promessa.

A conversa

A Débora começou com uma conversa.

A sua pode começar agora. Deixa o nome e o WhatsApp: alguém do time da Smile chama em horário comercial, pergunta os números da sua clínica e diz o que faria com eles.

Deixa o nome e o WhatsApp. O resto é conversa.

Alguém do time chama em horário comercial. Privacidade