História de aluno · Implantodontia · Guariba, SP · de 30/35 mil para 140 mil
Sócias em Guariba saem do freelance e saltam de 30 mil para 140 mil em 6 meses
“A gente não tríblica, quase quadriplicamos o faturamento, pra mim foi uma quebra de algemas.”
Transcrição do depoimento
Transcrito automaticamente do vídeo e revisado por amostragem. Pode ter pequenos erros de grafia.
Eu sou a Elisa, a gente mora em Ribeirão Preto, mas a nossa clínica é em Guariba, que é uma cidade próxima. A gente é sósia, e hoje o nosso produto principal são os implantes. Eu sou a Gabriela, eu sou implante do Leórtodo Moutista, e a gente se uniu para formar a nossa clínica, que é a Sorela, que em italiano significa irmão, e a gente é irmão de vida, nome é Sangue, mas foi aí que nasceu a nossa clínica faz quase um ano que a gente tá na Ismael.
Antes da Ismael, eu acho que a minha realidade deles era muito igual. A gente era aquele dentista freelance, tava em todo lugar e ao mesmo tempo não tava em lugar nenhum. Então era só a cabelo caindo, nervoso, dor de barriga, tudo o que podia imaginar a gente tinha. Cada dia numa cidade, milhões de quilômetros andando pra lá e pra cá. Então chegou uma hora que a gente precisava fazer alguma coisa diferente pra gente, por nós, pela nossa saúde, pela nossa profissão Foi aí que o primo da Elisa, a gente recebeu uma indicação da Esmaio e a gente falou, vamos confiar disso aqui Vamos ver se isso aqui vai funcionar Porque a gente já tinha também vivido umas experiências com outras empresas E...
Primeiro mês, assim, que a gente resolveu dar um pontapé, a gente já entendeu que aquilo ia funcionar pra gente. Então, aí a gente fez o golo branco, Elisa falou, não, eu vou fazer isso aqui. Ela me ligou, falei, você confia nisso? Eu confio. Eu falei, então, confia em você, manda vir. Aí ela já começou, ligada pra ela. E aí até foi engraçado, porque... Mas nessa ligação, ela falou assim pra mim, Você vai dar conta porque você sabe como a gente está.
Você acha que isso vai mudar a gente? Eu falei assim, eu tenho certeza, mas vamos tentar. Porque a gente estava num beklein saída, a gente estava vivendo de indicação. A gente, na verdade, a gente vivia nesse mundo de andar em vários lugares, mas a gente fazia um ano e meio que a gente ia acabar de abrir nossa clínica. E a gente não conseguia ficar na clínica. A gente tinha ainda que trabalhar em outras clínicas para a gente conseguir ter um fatoramento para suprir a nossa família.
Porque a clínica, graças a Deus, desde quando a gente abriu, a gente nunca teve problema de não pagar as contas. Mas não sobrava pra gente, era sempre pagar as contas. Então a gente precisava sair dali pra poder buscar coisas pra gente suprir a nossa família. Então, na hora que o meu primo me indicou, eu falei, vamos ver se vai dar certo. E aí, hoje a gente já sabe todas as técnicas de ventas que o molso fez com a gente.
Mas deu certo, a gente começou. Comecei a fazer o gorro branco, o mais engraçado do que é assim. Eu tava com um bebê de 7 meses em casa. A gente fala que tive dois filhos ao mesmo tempo. Eu tive... Te acabou de abrir a clínica e o meu... Que é grávida. Então eu reparei dois filhos ao mesmo tempo. Então eu tinha que cuidar da clínica e tinha que cuidar do meu filho em casa. E aí eu falei pra ela, óra, que a gente tem que fazer essa jogada e fazer com que o negócio suba, porque você não vai dar conta.
Como é que eu vou cuidar do meu filho? Cuidado da clínica, trabalhar fora, eu não tinha a sua opção. Eu fazia as aulas da Esmaio do Gorro Branco em casa, meu filho deitado no chão. Eu não conseguia ligar a câmera, porque eu até avisava já o pessoal do Gohubranco e eu falei assim, eu não vou lhear a câmera, eu estou com meu filho deitado no chão. Eu conectava o computador na TV, deixava a aula rodando na TV. E assistia todas as aulas.
E eu assisti todas as aulas, todas, todas. Eu devorei aquilo. E aí eu falei pra ela, ó, a gente vai começar a fazer a primeira campanha. Pá, aquele monte de Lídea. Eu falei, opá. Esse negócio tá dando certo. Aí terminou o Gohubranco. Eu falei, e agora? Eu falei, se agora tem isso, vamos fazer isso, ela. Vamos, tá dando certo, vamos continuar. E aí a gente tomou 360, e depois a gente tomou um 2M, e tamo aí, firme forte.
Final do ano, até antes da Esmaia, a gente tinha um faturamento bem estável. 30 mil, 35 mil, tinha meses até que foram muito ruins, foram 20 poucos mil, era eu e a Elisa lá só. E aí, quando começou depois do Gorro Branco... Eu fiz o Gorro Branco em outubro de 2024. E eu comecei a aplicar, que foi o primeiro mês, que no novembro a gente já teve um faturamento que já aumentou cerca de uns 10 mil, 40 mil, 45 mil apenas com o Golbrão.
Em janeiro a gente ia tirar férias. Aí a gente falou poxa e agora. Foram 15 dias fora do constório, 15 dias em janeiro, mais um Natal e um ano novo. Então foram muitos dias fora do consultor. Aí eu olhei pra eles e falou, janeiro é 15 dias. Então fazia dois meses que a gente tava implementando com o Golbran. Em 15 dias em janeiro a gente fez 70 mil reais de faturamento. Não foi 70. 80? 86 mil. 86 mil 15 dias em janeiro.
Aí em fevereiro, aí a gente já tava no em fevereiro a gente já foi para 110 e em março a gente já foi para 130 e estão caminhando e abriu foi 140, é cada mesa frente e com caixa também então esse mês que a gente teve o caixa de quase 140, o faturamento de 140, o nosso caixa foi de 90 mil Não. Nosso caixa foi de R$99.780. Ela sabe o melhor que eu. Eu lembro porque eu fiquei assim, poxa, eu não vou bater os 10. Então foi coisa de...
Aliás, os 100? Foi coisa de nem em seis meses que a gente tava ali. A gente... Tríblica não quase quadriplicamos o faturamento. Pra mim foi uma quebra de algemas. Como se romper uma coisa muito ruim que eu tinha de trabalho, que me sugava, era muito ruim dentro da minha casa. Essa rotina estressante não me achava, não estava bem. O entente eu compartilhava muito com a Elisa isso, de momentos de desespero. Meu, eu te falava, Elisa, quando que a gente vai conseguir ter uma coisa nossa que foi uma coisa que a gente tinha uma jovem inteira desde a faculdade?
Pra mim foi realmente fazer o que eu sempre quis fazer. Minha família é uma família de dentistas. Se eu não me engano, são 15 dentistas na família. Natal é assim, todo mundo conversa só de dente, é engraçado isso. Já trabalhei para meus familiares, trabalhei bom o tempo para eles. E eu aprendi muito isso deles sobre a dontologia, eu sempre aprendi... Mas eu sempre galgava, poxa, quando que eu vou poder ser o meu, fazer do meu jeito.
Porque mesmo que seja a família, não é do jeito que a gente gostaria que fosse. A gente leva do jeito que é preciso lerar. Quando a gente abriu a clínica juntas, eu falei, agora eu vou fazer do jeito que eu gosto. Mas mesmo assim, ainda estava amarrado em outros lugares. Mas a partir da Ismael e mesmo com o filho, foi aí que eu virei e falei, agora estou fazendo o que eu quero. Agora estou fazendo o que eu sempre quis fazer.
A odontologia do jeito que eu queria fazer. E engraçado que eu amo o que eu faço. Mas eu descobri que eu gosto muito de fazer o que a Ismael ensinou sobre tráfico pago, sobre marketing. Eu descobri nisso que eu amo muito fazer isso. Então essa é uma parte que me dá prazer. Eu tiro o dia pra fazer isso. É até engraçado que uma coisa que eu falo para as meninas, falo para a galera daqui da Esmaia, que quando eu comecei, eu tenho uma amiga que ela virou pra mim e falou, ela sempre gravou vídeo e eu falava, nossa, eu não vou até curar de fazer isso nunca.
Quando eu comecei, ele virou pra mim e falou assim, você vai fazer isso mesmo? Você tem certeza? Isso não vai dar certo. Ele não acreditava que isso fosse dar certo. E eu enfrentei isso, eu falei pra ele, eu vou peitar e vou falar, vai dar certo. Eu ainda falei pra ele um dia assim, os dias que o dinheiro começar a entrar, você vai mudar isso que você está falando. E realmente isso aconteceu. Hoje ele às vezes me falou, você não vai gravar isso?
Que legal que você fez isso, ficou bom que você fez. Às vezes ele brinca comigo. Hoje você não vai conversar comigo, foi conversando só com seu chat e PT para ter ideia de fazer as coisas. Então assim, mudou. Além disso, o que mudou foi na minha família. Hoje a gente tem tranquilidade. Não vive no desespero de fazer as coisas e achar que não vai dar certo. Mas a gente está tranquilo, está tudo bem. A gente conseguiu, é o que ela falou, quebrar marras mesmo.
Então, eu acho que o nosso porque é até engraçado, pra gente ser sócia, são porque é diferente. Então, a gente tenta meio que mesclar os nossos porque. A gente não sabia que isso existia antes, a gente nem pensava nisso, né? A gente só simplesmente fazia o que tinha que fazer. Mas hoje a gente estava conversando disso, né? A gente estava conversando disso hoje. Que a gente precisa sentar e conversar de novo sobre o nosso porque.
Porque isso é uma coisa que é mutável. É assim, pra gente ainda tá sendo mutável porque é uma coisa nossa. como a clínica é nossa, não é minha nem dela, é um porquê que ele precisa estar muito... Ele precisa se fundir. Exatamente. São coisas diferentes, a gente tem o mesmo objetivo final, mas são porquê diferentes, a gente está tentando achar o nosso porquê. Porque assim, o que eu acho mais engraçado disso é que a gente sempre falou, a gente vai ser sósia, a gente vai ser sósia.
Então, a gente tem que ter alguma coisa em comum, se a gente tem coisas em comum, então o nosso porquê, o final, ele não está totalmente fidelizado, mas a gente sabe por que a gente faz isso. Mas é um questionamento que brotou pelo Esmael, porque não é uma coisa que a gente se perguntava. Eu sei lá, mas eu acho que era tão automático em vida o trabalho que foi o que foi sugerido a nós, que aqui foi o momento do mais por que.
E aí agora, depois desses meses, agora também que a gente tá retomando isso de novo. Mas e aí, né? E aí, onde que a gente vai colocar o nosso porque aqui na clínica? Então a gente tá moldando, a gente tá se direcionando pra gente ir, né? Todo dia, mudando isso pra colocar nossa cara lá. Mas isso muito por causa da Esmaio. Eu acho que a Esmaio, no meu caso, foi esperança. Esperança de dar certo. Esperança de fazer um negócio acontecer.
E hoje ela não é esperança, hoje ela é realidade. Ela é realidade do negócio acontecer. Então assim, ela foi esperança e hoje ela é realidade. Pra mim é isso. Pra mim foi uma ruptura. Igual eu falei, foi, rompeu a minha vida de uma forma que emocionalmente me trouxe muitos ganhos. E obviamente consequentemente do trabalho e em relações. Eu tava me tornando uma pessoa que eu não sou. Então aquilo rompeu pra mim. eu consigo me trazer de volta.
Eu daria esse voto de confiança porque acho que a Ismael talvez vai te trazer uma... Vai te reconhecer, igual eu falo. Eu me reconheci ali como pessoa e isso você dando essa aposta ali e falar vou tentar, talvez ali toque no coração de quem queira ali apostar essa ficha e ela se reconheça. E aí ela vai entender que isso vai dar certo pra ela. Uma coisa que eu falo é, a Esmaio mostra o caminho. Ela não te dá o carro pra você andar nele.
Ela não te leva até o final do caminho. Ela te mostra o caminho. Mas se você não aplicar, se você não fizer, você vai continuar do mesmo jeito. Se não sai do lugar, tem que fazer, tem que aplicar, que dá certo. Pra mim, só tenho que falar, Obrigada pela minha obtatura. Obrigada por me romper em todos os sentidos. Até então é isso. É, acho que assim, trazer a gente de volta pra gente. Fazer a gente pensar nesse, onde que nós vamos por nossa cara.
Eu acho que disso tudo é o que eu falei pra Elisa, hoje que a gente conversou. Era aí, vamos sentar aqui pra gente fazer. Então isso só pela que a gente aprendeu e vive. porque talvez a gente não teria essa conversa. Você me falou hoje, que a gente estava sentada ali. De manhã não estava muito bem. Eu falei para ela, nossa, toca energia baixa, não sei ter alguma coisa. E aí depois a gente foi almoçar, a gente conversou um monte no almoço.
Eu falei, porra, vamos gravar um vídeo? E aí ela falou, vamos gravar um vídeo. Porque da outra vez que a gente veio no encontro, a gente gravou um vídeo e deu um super resultado para a gente. Vamos gravar um vídeo, né? E aí na Arquete Sentô, eu falei, nossa, estou tão bem. Ela falou assim, você sabe por quê? Porque você voltou no pra você. você estava fora de você, você voltou pra você no que você faz todos os dias, você estava perdida, você não estava no seu eixo, agora que você voltou pra aquilo que você está acostumado a fazer, no que você gosta, tipo, mudou completamente, foi assim, foi uma virada.
Como voltar pra casa, o que a Svai assinou pra gente virou aquela sensação de voltar pra casa, entendeu? Virou uma rotina nossa, então a gente se encontra, se vê bem ali, isso é muito bom, por isso que a palavra talvez é obrigado. É obrigado.
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Depoimento publicado com autorização. Resultado de aluno, dito por ele; varia de clínica para clínica e não é promessa.