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História de aluno · Buco-maxilo-facial, Implantodontia e Harmonização Orofacial · São Vicente, SP · de 5 mil pra 30 mil

Buco-maxilo de São Vicente sai do convênio parado e vai de 5 mil pra 30 mil

Wanessa4:03 de vídeoPublicado em 06 de setembro de 2026
Wanessa atendia convênio e não via resultado, "pagava pra trabalhar". Na Smile desde fevereiro, no início trouxe mais pacientes de convênio e faturou uns 5 mil, depois passou para uns 30 mil. Destaca o impacto humano dos eventos, que a tiraram da zona de conforto e mudaram sua forma de pensar.
“Você trabalha, trabalha, trabalha e não tem resultado, na verdade você paga pra trabalhar.”

#agenda de pacientes

Transcrição do depoimento

Transcrito automaticamente do vídeo e revisado por amostragem. Pode ter pequenos erros de grafia.

Eu sou Vanessa Osarias, estou formada há 20, alguns anos, 22 anos. Eu venho de São Vicente, litoral de São Paulo. Eu sou buco-maxilo-facial, implanto doutista e especialista em harmonização aural facial. E eu estou na Smiley desde fevereiro. Na verdade, eu sempre... É sempre não. Quando comecei na Smiley, eu atendi a convênio atendo ainda, né? E aí você trabalha, trabalha, trabalha e não tem de resultado, né? Na verdade, você paga pra trabalhar.

No primeiro mês, no segundo mês, eu consegui trazer um pouco mais de paciente, com convenho, acho que dava uns 5 mil. Aí começou a vir o paciente, foi para uns 30. Sim, com certeza. A experiência é outra. Eu sempre falei, o primeiro evento que eu vim pra cá foi em fevereiro e depois em abril. Quando eu vim em fevereiro, Eu falei, é uma coisa assim de outro mundo, sabe? O Mateus, a esposa, a equipe toda. Eu falo que são sensacionais.

Não é o fato do consultório, é o ser, né? Transorma as pessoas por dentro. Tira a gente do modo de conforto. Pega a gente pra pensar nas coisas que a gente não pensava mais, sabe? Coisas lá no fundo. A primeira vez que eu vim que foi em fevereiro, ele falava pras pessoas assim. Mas como foi sua infância? Eu, graças a Deus, tive uma infância muito feliz. Mas muitas pessoas, depois disso, eu percebi que muitas pessoas não são desse jeito, né?

Tem traumas de infância e aí a pessoa acaba carregando para o resto da vida. E aí é muito importante isso, porque a gente precisa saber com as pessoas que estão ao nosso redor, que trabalham, os pacientes, e assim, tem uma história toda. É muito doido. Eu falava para as pessoas que trabalham com eles, né? Eu falava assim, nossa, deve ser sensacional trabalhar aqui, porque é diferente, né? É muito, muito doido. E aí, quando eu voltei, eu falava assim, eu quero levar todo mundo.

Eu falava assim, não, a próxima vez que eu for para Curitiba, vocês têm que ir juntos. Só que dessa vez eu consegui trazer a Oriene, vamos ver a próxima, né? Então, eu acho que todo evento é o ser, né, que ele traz. Porque antes de sermos qualquer coisa dentista ou mãe, nós somos nós, uma pessoa que tem sonhos, que passou o que passou, quem passou. E muitas vezes a gente esquece disso, porque vive ali no automático, tem que trabalhar, tem que cuidar de filho, de casa, de clínica.

Então, antes de qualquer coisa, é o ser humano. Então eu acho muito sensacional essa parte de ser humano, sabe? É isso tudo que eu falei. Eu até gravei um vídeo a primeira vez que eu fui no encontro, que eu acho que o Mateus é um ser humano que não existe, sabe? Porque ninguém pensa dessa forma. Já tinha ido em curso de outras pessoas e não é isso. Tanto que quando eu explico, quando alguém pergunta, E o fulano de tal, aí eu falo, a diferença, porque é mais perto isso de São Paulo, né?

A diferença é que um curso é totalmente o ser e o outro é totalmente o ter. Então, pra mim, isso... Eu nunca vi a clínica como um negócio. Eu sempre quis ajudar todo mundo e não é assim que funciona, né? Porque eu tenho os meus também pra cuidar. para não ter dúvida que com certeza fazendo o que ele fala, porque tem que fazer o que ele fala, dá certo. E se tiver apertado, não conseguir parcela no cartão, dá um jeito, mas tem que fazer.

Tem que fazer porque se não a gente fica estagnado, você fica atendendo o convênio, você fica na mesma e na verdade só vai se afundando.

Quer que a gente olhe a sua clínica?

Trinta minutos pelo WhatsApp com alguém do time da Smile. Você sai com a régua da sua clínica: quantos contatos, avaliações e fechamentos o mês pede.

Quero que olhem a minha clínica

Depoimento publicado com autorização. Resultado de aluno, dito por ele; varia de clínica para clínica e não é promessa.

A conversa

A Wanessa começou com uma conversa.

A sua pode começar agora. Deixa o nome e o WhatsApp: alguém do time da Smile chama em horário comercial, pergunta os números da sua clínica e diz o que faria com eles.

Deixa o nome e o WhatsApp. O resto é conversa.

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