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História de aluno · Implantodontia

Alexandre e Soraya organizam as finanças da clínica e param de fechar no negativo

Aluno Da Smile3:14 de vídeoPublicado em 07 de setembro de 2026
Alexandre, implantodontista há 10 anos, pensava em mudar de cidade por desânimo com faturamento. Com Soraya, esposa e gestora, perceberam que gastavam mais do que ganhavam, pois usavam material de primeira sem repassar o custo ao paciente. Depois do curso, passaram a controlar as finanças e planejar os meses seguintes.
“Sempre fechava negativo, porque muitas vezes ele não cobrava certo do paciente dele.”

#controle financeiro#orçamento#ticket médio#casal na gestão#mudança de mentalidade

Transcrição do depoimento

Transcrito automaticamente do vídeo e revisado por amostragem. Pode ter pequenos erros de grafia.

Alexandre era mundo livre, era ganhar hoje para pagar amanhã, sabe? Não tinha muitos projetos de construção de nada, era aquela coisa vendendo ou moço para comprar janta, mais ou menos. Olá, meu nome é Alexandre, eu sou dentista graduado a 20 anos, especialista em plantas há 10 anos. Eu atuo numa cidade na qual, antes de eu fazer o curso da Esmaio, eu achava que eu já tinha entendido todos os pacientes que eu estava um pouco desanimado querendo ir para uma outra cidade maior para aumentar o faturamento.

Meu nome é Soraya, eu não sou dentista, sou de Teravelta. Eu conheci Esmaio através de uma propaganda que eu vi no Instagram. E depois que eu comecei a controlar, eu percebi que mais saía do que entrava. Por isso que sempre fechava negativo. Sempre fechava negativo, porque muitas vezes ele não cobrava certo do paciente dele e ele sempre usou material de primeira, melhor protético, melhor equipamento, só que ele não conseguia também repassar isso para os pacientes dele.

Agora a gente está conseguindo fazer projeção de vida para a gente mesmo, né? Estamos conseguindo, tipo, terminar um mês com um mês seguinte garantido. Companhando, né, o andamento, comecei a explorar mais o curso de vocês. Aí eu percebi que, por mais que ele serem um barbudo, né, o estereótipo bacana, porque eu acho legal é o fato dele ser da área, né, mas ao mesmo tempo ele ter uma visão mais global. E nós estamos muito felizes, nós estamos com eles já desde de dezembro, né, de 22 e foi um divisor de águas na vida profissional e na nossa vida pessoal também, o que eu sei, que eu aprendi aqui, né, eu não abriu com vocês, eu tinha noção de nada.

Sempre tive vontade, mas não tinha noção de como funcionava, como que eu poderia fazer, né? O que eu poderia fazer é pra colocar pacientes preparados para o Alexandre. Eu faço todas as câmboras, faço todas as câmboras. Vou lá, faço a passo, mas eu faço, se não deu certo, não tem problema, eu vou lá, deleto, faço tudo de novo, mas tá dando certo, tá dando certo. Tá dando certo! E o que eu gostei bastante é assim, muito diferente dos outros cursos que já como essa assim, no mundo da Disney, tudo lindo, tudo perfeito, né?

Que a gente tem que mexer tudo o externo primeiro e nada do interno. É diferente do curso da Esmael, que primeiro trabalha a parte interna da gente, pra depois a gente mexer no que tá em volta. Eu acho que isso aí foi o ponto chave, assim, que mudou a chave mesmo, que fez a transformação de verdade. É verdade, porque a gente tinha vindo de um curso.

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