História de aluno · Estética dental, lentes em resina
Camila conta que investia há dois anos em anúncios sem retorno até buscar gestão
“Quando você investe em alguma coisa e não tem retorno, você tem um problema”
Transcrição do depoimento
Transcrito automaticamente do vídeo e revisado por amostragem. Pode ter pequenos erros de grafia.
Eu sou a Camila, tenho 29 anos, eu me formei em 2016, então tenho 9 anos de formado. Minha especialização é estética, dental, lentes em resina em Barcelona. Trabalho com isso desde 2020. Estou tentando crescer nessa área há um tempo já. Minha mãe mandou o vim, foi maravilhoso. Ela viu o anúncio do Matheus, ela fez. Achei um cara em Conectiba que dá aula de marketing, você vai comigo. Eu fiz, tá bom. Quando eu fui, eu fui no evento de 10k, agora em junho.
Quando eu vi aquele tanto de informação, metade eu conheci a parte do longuinho, que é a parte de gestão, eu já tinha um pouco de base por conta do outro curso que a gente estava fazendo. Mas a hora que o Guilherme veio, vumbitou todas as informações que ele podia sobre anúncio. E eu olhei e fiz, ah, eu me senti uma beba funcional. Vi que eu precisava saber daquilo, Porque no consultório a gente já teve social-mídia, a gente está com gestor de tráfego, que não me dá resultado.
Tenho leads que chegam pessoas que me chamam para sair, mas não querem comprar o meu produto, entende? Não, a decepção sai em fim. Eu entendi que eu precisava saber... E eu sou uma pessoa que eu preciso saber para eu saber cobrar. Isso é uma característica minha. Então, quando eu vi que eu não sabia apertar um botão no Facebook, eu falei, wow, preciso, para pelo menos cobrar o gestor. No final, tô com raiva do gestor.
Enfim. Eu sabia que eu tinha um problema, porque quando você investe em alguma coisa e não tem retorno, você tem um problema, principalmente se você tem uma empresa que seja uma empresa de mil funcionários ou de quatro funcionários que é o nosso caso. Só que eu não sabia como resolvê-lo. Obviamente, ah, troco o gestor, mas eu já tinha trocado social-mídia para o gestor porque me falaram que seria a melhor coisa do mundo e deixar de investir em plataforma A, investir em plataforma B. e que daria certo.
E nada deu. E nesses já foram dois anos de investimento que eu não tiver retorno. Então, quando eu entendi que eu tinha um problema e não tinha uma solução, eu preciso de ajuda. E aí, quando ela veio e me mostrou, eu falei, ah, esquece. Vai ser só mais um. Até o dia que eu vim e fiz, tá, não é mais um. Porque normalmente cursos que eu vejo e que eu já fiz vários, Você compra, e aí problema seu. Você fez ou não, você executou ou não, deu certo ou não, é um problema único exclusivamente seu.
E até eu estava conversando com a minha gestora, não é isso não. Aqui você... Se você não executa, você tem alguém no seu pé. Até você fazer. E é um problema seu que você não tem tempo, você vai ter que fazer. Então, é diferente, é um tratar diferente, é um cuidado que eu não tive em nenhuma matoria, por enquanto. A primeira vez que eu tive um contato com o Dente X, foi culpa dela. Ela tinha secretárias, enfim, e vez em quando ela me chamava no constório, ou porque a secretária não estava dando conta, ou para me tirar de casa também, porque eu sempre fui muito caseira, enfim.
Mas o que me chocou foi quando minha avó fechou a porta para escovar o Dente. Ela tirou a dentadura, ela usou a dentadura desde os 24 anos, e ela fechou a porta para escovar o Dente, sendo que eu não fechava. E ali foi o primeiro contato que eu entendi que existia um problema. Então eu sempre lido com problemas e soluções. E eu vi que ela tinha um problema ali. E a partir dali eu fui entender o que era um andantaduro, eu não entendia.
E aí vi minha mãe fazer, vi minha mãe transformar muitas vidas. Sempre tava lá no meio, xeretando. E ela chegava com cheiro de ósse, oxides incongenal em casa. Eu falava que ela comia beijinho, que ela não estava trabalhando. E aí foi aí o meu contato com a ontologia, e aí fui crescendo, queria fazer medicina, não passei, fui fazer o donto. Primeiro ano chorei todinho, porque eu não entendia, eu não entendia a matéria, não entendia o porquê que o alfinete no músculo da panturrilha me servia pra alguma coisa.
E aí passou um ano, eu ia desistir, ela virou pra mim e falou, 36 meses, agora você vai ter contato com a ontologia. Se você não quiser, você faz qualquer outra coisa. E aí eu fui fazendo, fui me apaixonando, não foi um amor de primeira vista. A odontologia o aprendi a amar, mas eu não amei de primeira. Bom, eu não acredito, eu moro em primeira vez, pra começar. Mas fui aprendendo a amar e fui aprendendo o que era transformar a vida de um paciente.
Hoje eu conheci meu marido no constório, ele veio pra passar com a minha mãe, minha mãe tava doente, enfim. E aí eu atendi ele, foram 12 anos, várias pedidas pra sair, eu não saí. Até o dia que eu aceitei e casei. Então, minha história com a ontologia é, além do simples, atender um paciente. Eu sempre vi ela transformar muita gente. Eu entendi, eu vi o brilho no olhar dela e aí eu me apaixonei por aquela sensação que ela transmitiu.
E aí eu fui me apaixonando pelo que eu decidi fazer, mas foi um processo. Olha, com a especialização que eu fiz, sim. Eu trabalhei muitos anos como clínica geral, eu nunca gostei de fazer tudo. Eu sempre gostei do fato da resina reabilitar alguma coisa. E não necessariamente de forma direta, mas eu sempre gostei muito. Quando eu vei, ela até fez um caso de lente essa semana, que a paciente me procurou porque estava atrapalhando para ela falar, porque ela trabalha com relações internacionais, e ela fala português e espanhol e estava atrapalhando.
A hora que eu fiz, eu nem falei para ela falar inglês, eu falo português mesmo. E ela falou, nossa, já não estava incomodando mais. E meu dente está branquinho, putis, ali eu ganhei meu dia. Então, assim, ter essa reciprocidade do paciente é o que me faz ter o brilho no olho, não executar um procedimento. É o paciente olhar para mim e falar, putis, obrigada, você transforma a minha vida de algum jeito. Então, vale a pena.
É sempre danoso, é sempre penoso. Às vezes tem dor física, mas vale a pena, no final. Rumo. Porque você pode ter todos os problemas do mundo. Se você não tem um norte, vamos melhorar a palavra bússola. Você pode navegar no mar que você quiser, mas sem uma bússola você só é perdido. Você não está navegando, você está amare. Então, com um norte, você navega para o seu norte. Então é a minha bússola hoje, para eu sair da situação do constório que eu estou hoje, que não é uma situação que eu gosto, para ser bem sincera, para chegar a um de onde eu quero chegar.
Tenho certeza que essa vulsula vai me levar pelo menos mais perto do que eu quero. Eu não posso, eu posso não ser a melhor pessoa pra te convencer do sim ou do não. Eu tô falando da minha experiência. Se pra mim serviu como um norte que seja em uma das partes do I9 5D, que eu estudei uma parte que foi o coração. Eu me reconectei comigo mesma, porque conforme você vai trabalhando, você quer ter, ter, ter, ter e escolha o ser.
Eu sempre fui uma menina muito alegre. Ah, ria de muita palhaçada. Eu me perdi nesse meio. Eu to casada há um ano, eu vi que cada hora chegava mais estressada em casa. Vi que eu não tinha paciência nem para as besteiras que eu ria do meu marido. O que fez é um me encantar nele e eu perdi a paciência. Porque eu tinha outros problemas para resolver e que ele não tinha culpa. Então, assim, eu não posso falar que vai ser a solução eterna, mas vai te dar um norte.
E se você está tão perdido quanto eu estava, se você se olha hoje e não consegue se enxergar como pessoa, sem ser profissional, vem, você precisa se conectar com Deus, eu acredito em Deus, você precisa se conectar com Deus primeiro. Deus foi o que te criou. Se Ele te criou, Ele é Sua carga, Ele é Sua bateria. Se você não recarrega lá desses dois dias que eu estou aqui, eu aprendi a me conectar de novo, porque eu tinha me perdido.
E por mais que esteja na Igreja todo domingo, não significa relacionamento. Relacionamento é mais profundo do que estar na Igreja. Se não vai na Igreja, você vai no centro espírita, não interessa o lugar. O que interessa é reconexão. A partir daí você vai ser um marido, esposa melhor, um filho melhor, profissional melhor, gestor melhor, funcionar o melhor que você é um funcionário da sua empresa. Então vem, você não precisa ter dúvida.
Se você só não se enxerga sendo você, o resto, Deus dá um jeito. E você vai sair daqui completamente transformado, que é o jeito que eu estou saindo.
Histórias parecidas
- Débora rompe sociedade com a mãe e recomeça após entender que faltava vendas, não gestão — Débora
- Ortodontista percebe faturamento igual ao de clínicas de implante e busca crescer — Cibele
- Gabriel Sabadin sai da agenda cheia sem lucro para reestruturar a clínica com marketing — Gabriel Sabadin
Quer que a gente olhe a sua clínica?
Trinta minutos pelo WhatsApp com alguém do time da Smile. Você sai com a régua da sua clínica: quantos contatos, avaliações e fechamentos o mês pede.
Depoimento publicado com autorização. Resultado de aluno, dito por ele; varia de clínica para clínica e não é promessa.