Atrair pacientes particulares e sair do convênio
De 30 mil para 300 mil em 16 meses: como um dentista de 22 anos de clínica virou a chave?
O que muda depois de 22 anos fazendo do mesmo jeito?
Edivaldo não é iniciante. É dentista há 22 anos, com clínica montada, cadeira ocupada, paciente de convênio e particular. Faturava 30 mil por mês, um número que, segundo a Simples Dental, está dentro da faixa de consultório individual estabelecido. Não era pouco. Mas também não crescia.
Isso é comum. O dentista com anos de casa não tem o problema do recém-formado, que é aprender a segurar a caneta. Tem o problema oposto: aprendeu a segurar a caneta tão bem que nunca aprendeu a segurar a régua do consultório. Contatos, avaliações marcadas, comparecimentos, fechamentos. Ninguém mediu isso em 22 anos porque a agenda sempre teve gente.
O problema aparece quando a agenda cheia para de virar caixa maior. Ano após ano, mesmo número. Isso já foi tratado aqui em por que minha agenda está cheia e o caixa não fecha no fim do mês.
Quanto tempo levou a virada de 30 mil para 300 mil?
Um ano e quatro meses, segundo Edivaldo em vídeo. Não foi da noite pro dia, e não foi um mês isolado de recorde. Foi um período onde o funil passou a ser olhado toda semana: quantos contatos entraram, quantos viraram avaliação marcada, quantos compareceram, quantos fecharam.
Esse é o Método i95D, a régua que a Smile ensina: contato, avaliação, comparecimento, fechamento. Para uma cidade do porte da Grande Vitória, a expectativa de comparecimento gira em torno de 40% e a de fechamento em torno de 40% também, conforme a faixa de cidade média do método. Quando um número desses cai, dá pra saber exatamente onde o funil está furando, em vez de culpar "o mercado" ou "o paciente que não valoriza".
Isso muda a pergunta que o dentista faz todo mês. Sai do "por que não veio mais gente" e entra no "quantos contatos eu preciso gerar pra bater a meta que eu quero", como já foi detalhado em quantos contatos preciso gerar por mês para bater minha meta.
Por que "já tentei de tudo" costuma significar "nunca medi nada"?
É a frase mais comum de quem tem consultório há muito tempo. Já tentou Instagram, já tentou panfleto, já tentou indicação, já tentou anúncio. O problema é que "tentar" sem medir cada etapa do funil não deixa saber o que funcionou e o que não. Se o comparecimento estava baixo, o problema era a secretária confirmando errado ou o lead chegando frio. Se o fechamento estava baixo, o problema era a conversa na cadeira, não o anúncio.
Edivaldo tinha 22 anos de experiência clínica, não 22 anos de experiência em gestão de funil. São coisas diferentes, e a segunda não se aprende sozinho na cadeira.
| Comparação | Antes | Depois (dito por Edivaldo) |
| Faturamento mensal | 30 mil | 300 mil |
| Tempo de virada | - | 1 ano e 4 meses |
| O que mudou | Agenda cheia sem régua | Funil medido semana a semana |
O que isso muda para quem acha que já é tarde demais?
Nada aqui é sobre idade de clínica ou anos de formado. É sobre ter ou não uma régua que mostra onde o dinheiro está vazando entre o primeiro contato e o fechamento. Um consultório de 22 anos tem paciente antigo, tem nome na cidade, tem confiança construída. Isso é vantagem, não desculpa.
O caso de Edivaldo aparece ao lado de outros alunos da Smile com histórias diferentes, como quem saiu de mil reais por mês ou quem bateu recorde em cidade de 10 mil habitantes, mostrado em dentista de sucesso: existe um número que mostra isso ou é só aparência?. O ponto comum não é o tempo de profissão. É a régua.
Se o seu consultório já tem estrutura, já tem paciente, já tem anos de casa, e o faturamento não sai do lugar há tempos, o próximo passo não é tentar mais uma tática nova. É medir o funil que já existe e ver onde ele trava. É aí que a régua da Smile entra: manter o comparecimento e o fechamento sob os olhos, mês a mês, e ajustar antes que o ano se repita.
Perguntas rápidas
Edivaldo era iniciante quando começou?
Não. Tinha 22 anos de clínica montada e faturava 30 mil por mês, um patamar já estabelecido para consultório individual.
Quanto tempo levou para ele chegar a 300 mil?
Um ano e quatro meses, segundo o próprio Edivaldo em vídeo.
O que mudou na prática, além do faturamento?
Passou a medir o funil de contato, avaliação, comparecimento e fechamento toda semana, em vez de confiar apenas na agenda cheia.
Isso serve para quem já tentou várias estratégias sem sucesso?
Serve principalmente para esse caso, porque a maioria dessas tentativas não tinha medição por etapa, então não dava para saber onde o funil travava.
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